REUTERS/Henry Romero
REUTERS/Henry Romero

Protestos marcam reinauguração de palco do jogo do Brasil

Professores chilenos causaram grande tumulto no Ester Roa

ALMIR LEITE E GONÇALO JUNIOR, Estadão Conteúdo

25 de junho de 2015 | 20h33

Protestos e tumultos nesta quinta-feira marcaram a reinauguração do estádio onde o Brasil vai jogar contra o Paraguai, no sábado, pelas quartas de final da Copa América. A cerimônia de reabertura contou com a presença da presidente Michelle Bachelet, o que causou grande tumulto nos arredores do estádio Ester Roa.

Cerca de 500 pessoas, entre professores e profissionais de educação, protestaram pedindo melhorias na educação do país - a categoria faz uma greve geral no Chile. Os manifestantes foram dispersados pela polícia com jatos de água, mas houve confronto, correria e prisão de diversos manifestantes.

Do lado de dentro do estádio, a presidente discursou e afirmou que exigiu a permanência de Concepción entre as sedes da Copa América, contrariando a posição da Conmebol. O motivo da controvérsia foi o atraso nas obras do estádio. Por isso, a sede só estreia nas quartas de final do torneio e também será palco de uma das semifinais e da decisão do terceiro lugar.

As obras, orçadas em R$ 150 milhões, ainda estão em fase de acabamento. A exemplo que aconteceu na cidade de Temuco, local do primeiro jogo do Brasil na Copa América, a arena não realizou nenhum evento-teste.

A delegação do Brasil sai de Santiago por volta das 21 horas e deve desembarcar em Concepción ainda nesta quinta-feira, por volta das 22h. O Brasil enfrenta o Paraguai neste sábado, pelas quartas de final.

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