Charles Platiau/Reuters
Charles Platiau/Reuters

PSG descarta cirurgia e diz que Neymar deve voltar a jogar daqui 2 meses e meio

Equipe francesa opta por tratamento conservador após avaliação do médico da seleção brasileira

Redação, Estadão Conteúdo

30 Janeiro 2019 | 09h53

O atacante brasileiro Neymar não terá que passar por cirurgia e ficará dois meses e meio sem jogar fazendo um tratamento conservador da nova fratura sofrida no quinto metatarso do pé direito. Essa foi a decisão tomada pelo Paris Saint-Germain, anunciada nesta quarta-feira em um comunicado oficial em seu site, após avaliação feita pelo departamento médico do clube francês junto com Rodrigo Lasmar, médico da seleção brasileira.

"Chegou-se a um consenso para propor a Neymar um tratamento conservador de sua lesão no quinto metatarso direito. Informado desta recomendação, o atacante brasileiro do Paris Saint-Germain estava em total concordância com o protocolo. Como resultado, o retorno aos gramados de Neymar é esperado dentro de 10 semanas (dois meses e meio)", informou a nota oficial.

Em Paris, Neymar tenta manter uma rotina de treinamentos mesmo depois de lesionar o pé direito na partida contra o Strasbourg, na quarta-feira passada, pela Copa da França. Durante a semana, tem feito exercícios de musculação com uma meia protetora no local machucado.

A lesão sofrida por Neymar é exatamente a mesma que ele teve no primeiro semestre de 2018, quando ficou afastado do futebol por cerca de três meses em recuperação e inclusive chegou a ter colocada em risco a sua participação na Copa do Mundo da Rússia, onde o Brasil parou nas quartas de final após perder para a Bélgica.

Com a confirmação do tempo de recuperação, Neymar só deverá voltar aos campos na metade de abril. Assim, está fora dos dois jogos contra o Manchester United, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa, e dos amistosos de março da seleção brasileira - um confirmado contra a República Checa, em Praga, no dia 26. A boa notícia é que o atacante poderá disputar sem problemas a Copa América, que será no Brasil, em junho e julho.

 

 

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