Putin decreta naturalização de Mario Fernandes e lateral vai defender a Rússia

Pensando na Copa do Mundo de 2018, quando será dona da casa, a Rússia garantiu nesta quarta-feira mais um reforço. O próprio presidente do país, Vladimir Putin, assinou a naturalização do lateral-direito brasileiro Mario Fernandes, que se destacou com a camisa do Grêmio e atualmente defende o CSKA Moscou.

Estadão Conteúdo

13 de julho de 2016 | 15h50

O lateral está desde 2012 jogando pelo time moscovita e só poderá começar a defender a Rússia em 2017, uma vez que a Fifa exige que o atleta naturalizado resida por cinco anos no país antes de alterar a sua chamada "nacionalidade esportiva".

Por escolha do próprio Mário Fernandes, ele não renunciou à cidadania brasileira, de forma que ele agora é tanto brasileiro quanto russo. A naturalização foi comemorada até pelo ministro do esporte da Rússia. "Jogador queria ter o passaporte russo. Sou muito grato ao chefe de estado por esse suporto. Agora, a gente está pensando na Copa", disse Vitaly Mutko à agência de notícias estatal TASS.

Em 2011, Mario Fernandes, então no Grêmio, recusou uma convocação para jogar pela seleção brasileira no chamado Superclássico das Américas. Ele voltou a ser convocado em 2014, para esse mesmo confronto. Mas sua única partida pelo Brasil foi em um amistoso contra o Japão, em outubro de 2014. Como não fez nenhuma partida oficial, poderá alterar sua nacionalidade esportiva.

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