Putin e Blatter deixarão problemas para trás no sorteio da Copa de 2018

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, vão deixar de lado seus problemas quando subirem ao palco para anunciar a contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2018 no sábado.

MIKE COLLETT, REUTERS

22 de julho de 2015 | 12h22

Putin foi pintado no Ocidente como vilão por causa do envolvimento militar russo na Ucrânia, enquanto a presidência de Blatter termina no ano eclipsada por um enorme escândalo de suposta corrupção na Fifa.

Mas quaisquer dúvidas de que a Rússia irá sediar o Mundial, por causa da suposta compra de votos durante sua campanha para sediar o torneio cinco anos atrás, agora parecem irrelevantes diante da impressionante programação de construções em andamento nas 11 cidades-sede e o sorteio de sábado, que irá marcar o início oficial da contagem regressiva para daqui a quatro anos.

Uma audiência televisiva global de cerca de 100 milhões de pessoas em 170 países irá assistir os dois líderes iniciando os procedimentos do sorteio da rodada classificatória da competição, que envolve 206 dos 209 países-membros da Fifa.

A segurança do Palácio Konstantin, erguido em 1715 e usado atualmente como Palácio do Congresso Nacional da Rússia e localizado a cerca de 35 quilômetros de São Petersburgo, será redobrada – e não só porque Putin irá comparecer, mas porque Blatter foi alvo de uma pegadinha na sede da Fifa na segunda-feira, quando um comediante britânico o cobriu com uma chuva de notas de dólar falsas antes de uma coletiva de imprensa.

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