Reuters/ Kai Pfaffenbach
Reuters/ Kai Pfaffenbach

Puyol elogia Brasil, mas aponta França como favorita ao título mundial no Catar

Zagueiro fez história no Barcelona e ergueu a Copa do Mundo pela seleção espanhola, na África do Sul, em 2010

EFE, O Estado de S.Paulo

21 de julho de 2022 | 21h06

Carles Puyol, campeão mundial com a Espanha na África do Sul em 2010, elegeu nesta quinta-feira a França como principal candidata ao título da Copa do Mundo do Catar, além de elogiar o Brasil, Argentina e Alemanha, mas evitou colocar a seleção espanhola entre os cinco favoritos ao título.

No entanto, o ex-zagueiro disse ter confiança na equipe comandada por Luis Enrique, que na sua opinião, é "um dos melhores treinadores do mundo". "Hoje, a favorita é a França", disse em Santiago, no Chile, o embaixador regional para a América Latina da Fundação de Futebol do banco canadense Scotiabank.

"Acho que eles têm uma seleção impressionante, não apenas um 11, mas qualquer um dos 23 pode ser titular. Temos que ver como eles chegam à Copa do Mundo, mas, para mim, eles são um dos favoritos. Argentina também, Brasil e depois a Alemanha", declarou.

"A Espanha, eu não acho que deva ser favorita, mas eu tenho muita confiança nesta jovem geração, com jogadores com grande experiência que podem ajudar e eles têm um dos melhores treinadores do mundo. Por isso, desejo-lhes boa sorte e vamos ver até onde podemos ir", afirmou.

Puyol disse que um dos pilares do sucesso da seleção espanhola, que conquistou duas Eurocopas e uma Copa do Mundo entre 2008 e 2012, foi a confiança transmitida pelo ex-técnico Luis Aragonés, que os convenceu de que poderiam ser campeões.

"Também consiste em acreditar. Tivemos a sorte de viver a mudança, acho que a seleção espanhola sempre teve grandes jogadores, mas não tínhamos conquistado grandes campeonatos e Luis Aragonés desde que assumiu o time começou a nos dizer que tínhamos que confiar, que ele ia fazer aquela geração campeã e no final ele conseguiu que o grupo acreditasse", disse.

"Antes tínhamos grandes equipes, com muito bons jogadores, mas ainda nos faltava aquela convicção de que em momentos específicos nos dá aquele 'soco' para podermos dar o passo e passar ou vencer um jogo", acrescentou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.