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'Quanto mais batem, mais a gente joga', diz Neymar

Todos estão de olho em Neymar. Após marcar os quatro gols da vitória por 4 a 2 do Brasil sobre o Paraguai, na estreia da seleção no Campeonato Sul-Americano Sub-20, em atuação que o próprio atacante considerou uma das melhores de sua curta carreira, o camisa 7 é o centro das atenções do segundo desafio da equipe de Ney Franco, marcado para o começo da madrugada desta sexta (às 0h10, de Brasília), contra a Colômbia, no Estádio Jorge Basadre, em Tacna, no Peru. O Brasil lidera o Grupo B, com três pontos. Os colombianos têm um, após o empate por 1 a 1 com o Equador. Campeão e vice se classificam para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, enquanto os quatro primeiros garantem vaga no Mundial da categoria, em julho, na Colômbia.

WAGNER VILARON, Agência Estado

20 de janeiro de 2011 | 11h44

O primeiro jogo deixou algumas lições para a comissão técnica brasileira. A primeira, que de certa forma já era esperada, é que os adversários sul-americanos não economizarão pancadas para parar o atual líder da chave. E a maior preocupação é com Neymar. "Já orientamos nossos jogadores sobre a pegada mais forte quando disputam competições continentais. E o primeiro jogo, contra os paraguaios, mostrou isso", observou Ney Franco. "Temos de ter tranquilidade para não cair nessa catimba."

Neymar não parece preocupado com o clima ameaçador. O craque do Santos usou frase dita por Lucas, atacante do São Paulo e que também defende a seleção no Peru, para explicar a melhor forma de reagir a uma eventual violência colombiana. "Quanto mais eles batem, mais a gente joga", disse o destaque da competição. "Vamos fazer como sempre fizemos, responderemos com gols. Ninguém aqui tem medo de cara feia."

O segundo ensinamento do primeiro confronto foi em relação ao desempenho da defesa. O posicionamento se mostrou falho nos dois gols sofridos e os jogadores do setor parecem conversar pouco quando a bola está em jogo. Ney Franco contemporizou em favor de seus atletas, mas deu atenção especial à zaga durante os treinos. "Tivemos mesmo algumas dificuldades de posicionamento ali atrás", admitiu. "Mas isso ocorreu após a expulsão do Zé Roberto. Era ele o encarregado de marcar o jogador paraguaio que fez o primeiro gol. Quando ele saiu, ninguém ocupou aquele espaço."

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