'Queremos reforçar ainda mais, mas sem fazer loucuras'

Afirmação é do diretor Duílio Monteiro Alves, do Corinthians, que negou a participação do clube em leilão por jogadores

Fábio Hecico, O Estado de S.Paulo

08 de dezembro de 2011 | 03h05

SÃO PAULO - A milionária oferta de R$ 90 milhões por Tevez, em julho, agora atrapalha os planos do Corinthians na busca por reforços em 2012. Todo jogador que interessa está com seu valor inflacionado pelo clube ao qual está vinculado. A diretoria alvinegra, porém, já adianta que não abrirá os cofres para contratações.

"Queremos reforçar ainda mais, mas sem fazer loucuras. Se for uma grande oportunidade, podemos até pensar, mas não há previsão de grande investimento", afirma Duílio Monteiro Alves, diretor adjunto de futebol.

O campeão brasileiro trabalha com a possibilidade de trazer até quatro nomes fortes para fazer bonito na Libertadores de 2012. E, em outra frente, tenta não abrir mão de nenhuma peça importante no pentacampeonato.

"Faremos uma mescla como agora, com algumas apostas como no caso do Vitor Júnior."

Os casos de superfaturamento aparecem de todo lado. Já aconteceu com Douglas, do Grêmio, e Osvaldo, do Ceará, praticamente descartados, e ganha força com Guilherme, da Portuguesa (espera lucrar acima do mercado pelo volante) e com Montillo, que o presidente do Cruzeiro diz querer no mínimo R$ 24 milhões.

"O Da Lupa (Manuel, presidente da Lusa) não passou os valores para a gente, mas se for muito dinheiro não dá para arriscar", descarta Duílio. "Até por isso, por enquanto estamos segurando (as negociações). Em leilão não vamos entrar. Deixem os caras se matarem por aí."

O clube corre para atender aos pedidos de Tite. E gostaria de fechar o grupo até dia 15, na despedida do presidente Andrés Sanchez. Mas com os pedidos altos, tende a mudar de estratégia e negociar durante as festas de Natal, quando o mercado começa a esfriar.

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