Ricardo Saibun/ Divulgação
Ricardo Saibun/ Divulgação

'Atraso de salário não é determinante', diz R.Oliveira sobre degola

Santista afirma que atraso de dois meses é apenas 'agravante'

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2015 | 16h41

O atacante Ricardo Oliveira afirma que o atraso de salários no Santos é agravante, mas não é determinante para que a equipe esteja na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. A diretoria tem dois meses de atraso no pagamento de salários e direitos de imagem para os funcionários e jogadores, mas prometeu fazer a quitação nesta sexta-feira.

“(O atraso) É agravante, mas não é determinante para a situação do time hoje na tabela. É agravante pelo fato de que somos funcionários do clube. Não só nós atletas, como os que cuidam do campo, da cozinha. Mas é uma situação que já discutimos entre nós. Eles estão empenhadíssimos em resolver essa situação, porque eles também entendem que já passou do prazo”, afirmou o atacante em entrevista coletiva no CT Rei Pelé no início da tarde desta quinta-feira.

O artilheiro da equipe fez questão de esclarecer que os comentários não são uma cobrança aberta à diretoria. “Acreditamos que em breve tudo estará resolvido e não teremos mais de falar disso, porque sempre que tocamos neste assunto existem os mais maliciosos que vão pegar uma frase e colocar que estamos reclamando dos salários atrasados. É agravante, mas não determinante. Estamos nessa situação (no Brasileirão) pelo que fizemos até agora. Mas todo mundo chega antes do horário todo dia, faz o treino, fica aqui no campo até o fim. Todo mundo sabe da índole e do caráter dos jogadores que estão aqui. Ninguém vai ficar “gritando” que esta situação tem de ser resolvida o quanto antes, porque existem pessoas capacitadas para resolver isso”, afirmou.

Para o clássico de domingo, contra o Palmeiras, o reencontro das duas equipes após a final do Campeonato Paulista, quando o Santos se tornou campeão, o atacante já tem a receita para a equipe conseguir sair da zona de rebaixamento. “É um jogo muito complicado. É um clássico contra um time que está em um momento muito bom na tabela. Mas, no Paulista, deram o Palmeiras como favorito. Eu vivi intensamente os bastidores e deram o Palmeiras como favorito. Clássico é diferente. Tudo muda”, afirma.

 

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