Cesar Greco/Divulgação
Cesar Greco/Divulgação

Rafael Marques diz que derrota faz pressão voltar no Palmeiras

Atacante lamenta o fato do time não aproveitar o volume de jogo

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

07 de junho de 2015 | 21h49

Após a vitória sobre o Corinthians por 2 a 0, no fim de maio, a paz parecia ter voltado ao time do Palmeiras, mas bastaram dois jogos sem um resultado positivo para os próprios jogadores do Alviverde admitirem que a pressão voltou a ser a mesma de antes do clássico. O atacante Rafael Marques lamentou a má atuação da equipe e disse ver o time retroceder.

"A gente aprende a cada dia. Difícil ficar passando por essa situação. Não queríamos estar nisso. Já passamos por uma antes e queríamos ter sequência de vitórias para ter tranquilidade. Hoje, com essa derrota, novamente voltamos ao que havia acontecido antes do jogo com o Corinthians", disse o atacante.

Para o atacante, o Palmeiras acabou sofrendo dos mesmos problemas de outros jogos. "Novamente aconteceu o que vem acontecendo em todos os jogos. Temos volume de jogo, posse de bola e não conseguimos criar gols. Tirando o jogo do Corinthians, que criamos e aproveitamos", completou Rafael Marques.

Já o atacante Kelvin disse que o time perdeu por bobeira. "Chutamos bastante, mas faltou o gol. Fizemos uma boa partida e levamos um gol bobo. Vamos trabalhar para tentar acertar essas coisas durante a semana", explicou.

Apesar da derrota, o volante Gabriel teve o que comemorar, já que fez um belo gol. "Fui feliz no chute. É um pedido do Oswaldo, mas nos cobramos bastante para quando tiver a oportunidade". 

O elenco do Palmeiras volta para São Paulo na tarde desta segunda-feira e retorna aos treinamentos na terça-feira. Para o jogo contra o Fluminense, domingo, no Allianz Parque, a equipe não poderá contar com o atacante Kelvin, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.


Tudo o que sabemos sobre:
PalmeirasFutebolBrasileirão

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.