Cesar Greco/Agência Palmeiras
Cesar Greco/Agência Palmeiras

Rafael Marques quer jogar bem no Palmeiras para não parar na China

Atacante tem contrato de empréstimo até o fim do ano

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

07 de agosto de 2015 | 07h00

Rafael Marques está emprestado ao Palmeiras até o fim do ano e já deixou claro que não cogita a possibilidade de retornar ao Henan Jianye, clube da China e que detém seus direitos federativos. Para conseguir convencer os dirigentes de que merece ficar, a ideia do atacante é manter a boa fase e focar apenas no que acontece dentro de campo.

“Estou trabalhando e buscando isso (ficar no Palmeiras), mas focado no trabalho aqui dentro, até porque, se eu focar isso, as coisas podem atrapalhar. Por isso tenho um agente para conversar com o nosso presidente enquanto eu correspondo dentro de campo. Se eu continuar desse jeito, as coisas positivas vão aparecer”, projetou.

Para ficar com Rafael Marques, o Palmeiras terá que pagar US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 5,3 milhões), valor pré-fixado quando o atacante chegou, no início da temporada.

Uma coisa o atacante já tem bem definida em sua cabeça: Não quer voltar para a China. “Deixei bem claro que eu não quero voltar. Não é um modo de trabalho que me encaixo. Sempre fui acostumado e aprendi a ser profissional. O clube chinês que tenho contrato ainda não se enquadra”, explicou.

Focado em ficar no Palmeiras, Rafael se esquiva quando questionado sobre a possibilidade de ir jogar em outro clube brasileiro. “Não penso sobre isso agora. Sério mesmo. Estou muito focado e feliz aqui. Me sinto em casa. Não tenho o que pensar nisso. A estrutura que o Palmeiras tem aqui, não tem porque eu procurar outros ares. Sou profissional, mas não passa isso na minha cabeça agora”, assegurou.

Político, ele evita criticar publicamente seu ex-clube na China. “Não posso comentar muita coisa porque ainda tenho contrato lá. Tenho que manter o respeito, como sei que eles me respeitam, sabendo da minha vontade em permanecer. Lá é um futebol muito difícil e a cultura interfere muito no futebol. É um lugar muito difícil de trabalhar”, explicou. 

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