José Patrício/AE
José Patrício/AE

Rafael ressalta volta da alegria no Santos após vitórias

Goleiro afirma que time está mais confiante após três triunfos consecutivos - dois deles em clássicos

SANCHES FILHO, O Estado de S. Paulo

27 de agosto de 2012 | 20h49

SANTOS - O goleiro Rafael fez questão de ressaltar, nesta segunda-feira, que o ambiente no Santos está muito melhor depois da melhora da equipe no Campeonato Brasileiro. São três vitórias seguidas - contra Figueirense, em Florianópolis, e nos clássicos contra Corinthians e Palmeiras -, que fizeram o time subir para a 10.ª colocação, com 26 pontos, ainda sonhando com vaga na Copa Libertadores.

"O clima é de alegria. Quando se ganha é muito melhor. E aqui é sempre de brincadeira. Aliás, o clima aqui é sempre de alegria", afirmou Rafael, em entrevista coletiva no CT Rei Pelé. "Vencemos três seguidas no Brasileirão, além do empate na Recopa Sul-Americana (0 a 0 com a Universidad de Chile, em Santiago, no primeiro jogo da final), e a tendência é melhorar ainda mais".

Sobre os próximos adversários do Santos no Brasileirão, Rafael mostra cautela apesar de ambos estarem em posição complicada na tabela de classificação: Bahia (16.º colocado), nesta quarta, na Vila Belmiro, e Sport (19.º lugar), no domingo, no Recife. "O Bahia sempre dá trabalho e o Sport mostrou neste domingo, no clássico (contra o Náutico), que foi bem. Tanto é que o melhor em campo foi o goleiro do Náutico", comentou.

Rafael evitou se envolver na guerra fria entre o presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro e o meia Paulo Henrique Ganso. "É complicado dizer o que está acontecendo porque são duas versões e a gente nunca sabe. Converso muito com Ganso e ele diz que quer ficar. O assunto foge um pouco da gente. É uma novela que todo mundo quer que se resolva. Queremos que ele fique, mas estamos por fora quanto ao que está emperrando", disse o goleiro.

Luis Alvaro resolveu se calar após ter jogado mais lenha na fogueira com a divulgação da nota em que condena Paulo Henrique Ganso por ter elogiado o São Paulo. A assessoria de imprensa atendeu ligações no celular do dirigente nesta segunda e informava que ele não daria entrevistas porque já havia dito tudo o que era preciso.

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