Etienne Laurent/EFE
Etienne Laurent/EFE

Rakitic admite inspiração em 1998, mas pede que Croácia esqueça aquele time

Na ocasião, geração croata surpreendeu o mundo na competição ao terminar na 3.ª colocação

Estadão Conteúdo

02 Julho 2018 | 06h46

A vitória nos pênaltis sobre a Dinamarca, nas oitavas de final da Copa do Mundo, registrou o goleiro Subasic como grande herói da Croácia no último domingo, em Nijni Novgorod. Porém, coube ao meia Ivan Rakitic cobrar a última penalidade, que garantiu o triunfo e a classificação, após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação.

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O resultado deixou a Croácia ainda mais perto de fazer história e repetir a geração de 1998, que surpreendeu o mundo na Copa da França ao terminar na terceira colocação. Rakitic não escondeu que a seleção atual se inspira naquela, mas pediu que os jogadores esqueçam o que foi feito por seus antecessores há 20 anos.

"Os jogadores da geração de 1998 eram nossos ídolos. Eles nos mostraram o caminho que devemos percorrer, mas agora nós precisamos esquecê-los. Isso não pode nos pressionar, nós temos que aproveitar esta Copa do Mundo. Eu gostaria que as crianças falassem sobre isso daqui 20 anos", declarou.

Rakitic também fez questão de exaltar seu colega de seleção, Luka Modric, apesar do pênalti perdido no fim da prorrogação diante da Dinamarca. O jogador do Real Madrid é considerado o grande nome desta geração croata, inclusive pelos citados ídolos da seleção de 1998, como o ex-meia Robert Prosinecki.

 

"Se o Prosinecki diz que o Modric é o melhor jogador da história da Croácia, então ele é. Não há ninguém na Croácia que entenda tão bem o futebol quanto ele. Mas o Luka não é ótimo apenas no campo, ele também é uma grande pessoa. É um prazer jogar contra ele na Espanha, e é ainda melhor quando estamos no mesmo time. É o nosso líder", comentou.

 

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