Raúl e Marcos Senna se despedem do futebol com título nos Estados Unidos

O atacante Raúl, um dos maiores ídolos da história do Real Madrid, e o volante brasileiro naturalizado espanhol Marcos Senna encerraram suas carreiras profissionais na noite deste domingo. E os dois veteranos jogadores penduraram as chuteiras de forma vitoriosa ao ajudarem o Cosmos, de Nova York, a vencer o Ottawa Fury por 3 a 2 e conquistar o título da Liga Norte-Americana de Futebol (NASL, na sigla em inglês), que é segunda principal competição da modalidade nos Estados Unidos.

Estadão Conteúdo

16 de novembro de 2015 | 11h01

A decisão foi disputada no estádio James M. Shuart, em Hempstead, no estado de Nova York, e contou com a presença de 10.166 torcedores, cuja maioria deles ovacionou o astro espanhol e Marcos Senna após o término do confronto.

Jogador com maior número de partidas na história do Real Madrid, com 741 atuações, Raúl marcou 323 gols com a camisa merengue e conquistou 16 títulos pelo clube. Após jogar pelo time espanhol entre 1994 e 2010, ele passou por Schalke 04 e Al-Saad antes de finalmente encerrar a sua carreira pelo Cosmos, aos 38 anos de idade.

Marcos Senna, por sua vez, teve uma carreira bem mais modesta do que a do astro espanhol, mas também acumulou alguns títulos importantes, como os do Brasileirão de 1999, do Mundial de Clubes da Fifa de 2000 e do Paulistão de 2001, todos conquistados com a camisa do Corinthians. Naturalizado espanhol, ele também foi campeão da Eurocopa de 2008 atuando como titular do meio-campo da Espanha.

Após iniciar sua carreira profissional no Rio Branco, de Americana, o atleta de 39 anos de idade passou por América-SP, Corinthians, Juventude, São Caetano, Villarreal e estava no Cosmos desde 2013.

Na partida deste domingo, Raúl e Marcos Senna tiveram atuações discretas. Diferentemente do que aconteceu na semifinal da NASL, na qual fez um dos gols na vitória por 2 a 1 sobre o Fort Lauderdale Strikers, desta vez o atacante passou em branco no jogo que teve o argentino Gastón Cellerino brilhando como autor dos três gols do Cosmos, clube no qual Pelé também encerrou a sua carreira profissional na década de 1970.

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