Reabilitação, a meta do Corinthians

Contra o Etti Jundiaí neste domingo, às 16 horas, no Estádio Barão de Serra Negra, em Piracicaba, o Corinthians tem três preocupações. A primeira é reabilitar-se da derrota no clássico diante do Santos, por 1 a 0, na Vila Belmiro. A segunda, manter-se próximo dos líderes do Torneio Rio-São Paulo. Já a terceira e última é conter o ataque adversário, considerado muito rápido e eficiente pelo técnico Carlos Alberto Parreira. "Eles já marcaram nove gols", destacou. As duas equipes têm quatro pontos. Só para complicar, o treinador, embora evite comentar abertamente, não anda muito feliz com a diretoria corintiana. A insatisfação começou quando o presidente do clube, Alberto Dualib, decretou o fim das contratações para o primeiro semestre. "Já temos um time em condições de disputar os títulos de igual para igual", disse o cartola. Parreira não recuou. "Uma equipe como o Corinthians tem de estar sempre atenta ao que ocorre no mercado e pronta para eventuais oportunidades de negócio." Depois foi a vez da polêmica em relação ao local onde o Corinthians vai mandar seus jogos. Descontente com a situação deste domingo, quando a delegação terá de viajar ao interior, Parreira declarou que gostaria de atuar no Pacaembu. "Como não há condições, poderíamos jogar no Canindé", afirmou. "Mas precisamos de uma casa. Que vantagem temos em fazer partidas em outras cidades?", questionou. Alheios a essas questões, os jogadores se preocupam com a tabela de classificação. "Precisamos desses três pontos para não deixarmos os times que estão à frente se distanciarem muito na tabela", afirmou o atacante Gil. Já o volante Vampeta, principal contratação do clube, disse estar mais tranqüilo e recuperado fisicamente. "A ansiedade da estréia já passou e meu desempenho tende a melhorar."

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