Glyn Kirk / AFP
Glyn Kirk / AFP

Real Madrid confirma que Zidane não será mais o técnico do clube

Francês encerra passagem pelo clube espanhol após uma temporada sem títulos

Redação, O Estado de S.Paulo

27 de maio de 2021 | 08h04

O Real Madrid anunciou nesta quinta-feira que Zinedine Zidane pediu demissão do cargo, encerrando sua segunda passagem como treinador do clube espanhol com menos sucesso do que a primeira. "Zidane é um dos grandes mitos do Real Madrid e sua lenda vai muito além do que tem sido como treinador e jogador do nosso clube", afirma o comunicado do Real Madrid, que confirma as informações publicadas na quarta-feira pela imprensa espanhola.

"É momento de respeitar sua decisão e mostrar nosso agradecimento por seu profissionalismo, dedicação e paixão em todos estes anos, e pelo que representa sua figura para o Real Madrid", completou. "O Real Madrid é e sempre será sua casa", conclui a nota.

Depois de deixar o clube como jogador em 2006 e como técnico em 2018, cinco dias depois conquistar a terceira Liga dos Campeões como treinador, o francês encerra esta etapa com um balanço menos vitorioso e após uma temporada sem títulos.

Em uma temporada marcada pela irregularidade e várias lesões no elenco, o Real Madrid foi eliminado nas semifinais da Liga dos Campeões pelo Chelsea. Nas competições domésticas, o time fracassou na Copa do Rei e na Supercopa da Espanha e terminou o Campeonato Espanhol em segundo lugar, atrás do rival Atlético de Madrid. Idolatrado pelos torcedores, Zidane não escapou das críticas neste ano de decepção, longe dos elogios conquistados durante sua primeira etapa no banco de reservas do Santiago Bernabéu.

Qual será o seu futuro? Os rumores o colocam na Juventus de Turim, onde o destino de Andrea Pirlo parece incerto. Ou ele pode tirar alguns meses de férias para liderar a seleção francesa após a Copa do Mundo de 2022 no Catar.

Como seu sucessor no Real Madrid, outra lenda merengue, Raúl González, atualmente dirige a equipe B e está bem cotado. Outros nomes especulados são os do italiano Massimiliano Allegri e do alemão Joachim Löw.

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