Real Madrid diz que ninguém fica no clube contra a vontade

Ramón Calderón disse isso em referência ao jogador Robinho, que disse que deseja ir para o Chelsea

EFE

24 de agosto de 2008 | 18h52

O presidente do Real Madrid, Ramón Calderón, afirmou neste domingo, em referência ao brasileiro Robinho, que "ninguém vai ficar no clube contra sua vontade", mas que ele também defende os interesses da entidade.   Calderón chamou de "inoportunas" as declarações que Robinho fez na última sexta com exclusividade à Agência EFE e nas quais afirmou que deseja ir para o Chelsea, pois não conseguirá ser o melhor do mundo pelo Real Madrid.   "As declarações foram inoportunas, mas, definitivamente, ninguém vai ficar no clube contra de sua vontade. Outra coisa é que o presidente não defenda os interesses do clube", declarou o dirigente antes da disputa do jogo de volta da Supercopa da Espanha.   Calderón afirmou que, em qualquer caso, a saída do clube do jogador brasileiro depende da decisão do "técnico (Bernd Schuster) e do diretor-geral de futebol (Mijatovic)".   Sobre a forma como o público no estádio Santiago Bernabéu receberá Robinho, que nesta entrevista à EFE pediu para não jogar, mas foi convocado para Schuster, Calderón afirmou: "É um problema do jogador, normalmente a torcida não recebe bem este tipo de manifestação".

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