Receita com transações foi 10% menor em 2012, diz Fifa

A Fifa publicou nesta terça-feira o seu relatório anual de transferências internacionais e confirmou que, em 2012, ocorreu uma queda de receita de 10% em relação ao valor total contabilizado por meio de transações de jogadores em 2011, em um sinal claro de que a crise financeira mundial afetou de forma significativa os clubes de todo planeta.

AE, Agência Estado

16 de abril de 2013 | 11h45

A entidade revelou que a Fifa Transfer Matching System GmbH (FIFA TMS), mecanismo que fiscaliza e legitima as negociações entre clubes do mundo, possibilitou 11.552 transações, totalizando um valor de US$ 2,53 bilhões em recursos transferidos entre clubes.

Este foi o segundo ano consecutivo em que a Fifa TMS publica de forma detalhada este balanço financeiro, que traz um panorama das transferências de jogadores entre seis regiões do mundo, englobando 200 países e 5,6 mil clubes profissionais.

Ao divulgar os dados referentes a 2012, a FIFA TMS confirmou que o fluxo mais ativo entre todos os países pesquisados ocorreu de Portugal para o Brasil, envolvendo 145 transferências de jogadores, sendo que os atletas brasileiros foram os que apareceram em maior número no mercado de transferências internacionais.

Já o salário fixo anual médio dos jogadores que se transferiram para o futebol italiano em 2012, de US$ 720 mil, foi o mais alto contabilizado entre os seis países de maior atividade no mercado de transações.

Os clubes ingleses, por sua vez, foram os que pagaram as maiores quantias a intermediários em transferências internacionais, totalizando US$ 59 milhões.

Outro dado, este menos relevante revelado pela Fifa nesta terça-feira, foi o de que a idade média dos jogadores transferidos de um país para outro em 2012 foi de 24 anos e dez meses.

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