Fábio Leoni/ PontePress
Fábio Leoni/ PontePress

Reforçada e sem poupar ninguém, Ponte joga para surpreender o Santos em São Paulo

Rodrigo, Fernando Bob e Emerson Sheik reforçam a equipe para o duelo no Pacaembu

Estadao Conteudo

17 de junho de 2017 | 08h46

A derrota para o Flamengo, por 2 a 0, quarta-feira, na Ilha do Governador, e a falta de vitórias fora de casa foram determinantes para a nova postura da comissão técnica da Ponte Preta. Ninguém vai ser poupado do jogo contra o Santos, neste sábado à noite, às 21 horas, no Pacaembu, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. O time vai estar reforçado pela experiência do zagueiro Rodrigo, do volante Fernando Bob e do atacante Emerson Sheik.

Rodrigo ficou fora dos dois últimos jogos por conta de uma contratura muscular. Fernando Bob só atuou uma vez em sete jogos e vinha se recuperando de lesão muscular. Com relação a Sheik, ele sentiu fortes dores musculares após a grande atuação na vitória sobre a Chapecoense, por 3 a 2, na qual atuou durante os 90 minutos. Ele nem viajou para para encarar o Flamengo no Rio, onde Wendel reclamou de cansaço e também ficou fora do time.

Todos treinaram nesta sexta-feira e estão confirmados como titulares. Naldo e Léo Artur deixam o meio de campo para as entradas de Bob e Wendel, enquanto Kadu perde a vaga para Rodrigo. E Negueba, que se machucou na estreia, abre espaço para Sheik.

Pela manhã, Negueba chegou ao clube de muleta após dividida com Vinícius Junior, promessa do Flamengo. O atacante teve um trauma e entorse no tornozelo esquerdo e vira desfalque por duas semanas. Ainda na defesa, uma mudança forçada: o lateral-direito Nino Paraíba está suspenso e vai dar lugar para Jeferson.

"Vamos trabalhar para ter mais qualidade para chegar no arremate do gol. A gente tem que analisar que estamos no meio da tabela e temos condições de crescer. Precisamos de mais agressividade quando atuamos longe de casa", disse Gilson Kleina, justificando a necessidade de o time ter mais força ofensiva longe de seus domínios.

A atuação da equipe contra os flamenguistas foi reconhecidamente fraca, como aconteceu também diante do Atlético-GO na derrota por 3 a 0, em Goiânia (GO). A Ponte só correspondeu no empate por 2 a 2 com o Atlético Mineiro, no estádio Independência, em Belo Horizonte.

O técnico sabe o que falta para o time finalmente engrenar: "Mais posse de bola, mais concentração e maior poder de finalização. Temos que defender e atacar em bloco, sempre respeitando a força do adversário".

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