Reforços chegam ao Palmeiras sem medo de pressão

A agressão de torcedores ao atacante Vagner Love no final de 2009 ainda repercute no Palmeiras, mas não assusta os novos reforços do clube. Apresentados oficialmente nesta terça-feira, o zagueiro Léo e volante Márcio Araújo apresentaram um discurso parecido e garantiram não temer a pressão.

AE, Agencia Estado

05 de janeiro de 2010 | 12h17

"A gente sabe o que aconteceu no ano passado. Mas esse é um ano novo, com oportunidade de disputar Copa do Brasil e Copa Sul-Americana. E eu acredito que o Palmeiras pode entrar para vencer e competir em todas competições. Todo mundo aprendeu, o grupo sentiu. O Palmeiras vem forte, motivado, querendo vencer", afirmou Léo, que estava no Grêmio e chegou como forma de pagamento de dívida com o Palmeiras, que cedeu o zagueiro Maurício ao time gaúcho.

Márcio Araújo, que estava no Atlético-MG, disse considerar a agressão ao atacante Vagner Love um falto isolado. Ele preferiu exaltar a história do Palmeiras. "É um clube de muita grandeza. Não é um fato isolado com o Vagner que vai denegrir a imagem do Palmeiras. Por isso, agradeço essa oportunidade e quero contribuir para trazer o torcedor ao nosso lado", disse.

O volante aproveitou para sair em defesa de Vagner Love. "Eu não vejo o Vagner Love como um baladeiro. Eu vejo o Vagner como alguém que deixou a Rússia onde ganhava um caminhão de dinheiro para honrar a camisa do Palmeiras", analisou.

Reserva do Grêmio na última temporada, Léo espera se firmar no Palmeiras em 2010 e revelou sonhar com uma convocação para defender a seleção brasileira. "O Palmeiras é uma porta que se abriu para os meus objetivos. Quero voltar para a seleção. São Paulo é um grande centro, onde somos mais vistos", comentou.

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