José Patricio/Estadão
José Patricio/Estadão

Reforços não devem jogar juntos tão cedo no Palmeiras

Estreia dos jogadores acontecerá apenas quando eles estiverem em condições físicas ideais

Daniel Batista, O Estado de S. Paulo

13 de janeiro de 2014 | 05h02

SÃO PAULO - O torcedor do Palmeiras precisará de paciência até ver todos os reforços juntos em campo. A ideia da comissão técnica é promover a estreia dos jogadores apenas quando eles estiverem em condições físicas boas o suficiente para não comprometer a sequência na temporada.

O maior problema é o fato de que cada jogador tinha um tipo de treinamento físico diferente nos clubes anteriores. Alguns, inclusive, chegaram com a pré-temporada em andamento e, por isso, estão em condições distintas dos novos colegas.

Dos novatos, quem parece estar em melhor situação é o atacante Diogo, único reforço que iniciou como titular o jogo-treino do último sábado contra o Red Bull.

Assim como o atacante Rodolfo e o volante França, Diogo está com o grupo desde a reapresentação, no dia 3. Já o lateral-esquerdo William Matheus e os zagueiros Victorino e Lúcio, que chegaram depois, treinarão ao longo da semana. Quem tem mais chances de estrear antes é o lateral, que jogou até a última rodada do Campeonato Brasileiro pelo Goiás.

O meia Marquinhos Gabriel, que veio do Bahia, nem sequer treinou com o grupo, pois ainda acerta os últimos detalhes contratuais. O mesmo vale para o atacante Danilo Neco, que ainda tenta se desvincular do Alania, clube russo que lhe deve quatro meses de salários.

A condição física ruim não atinge apenas os reforços. Alguns jogadores que já estavam no clube também terão de esperar para jogar. É o caso do volante Eguren e do meia Patrick Vieira.

Valdivia será avaliado ao longo da semana e ainda é dúvida para a estreia no Paulista, sábado, contra o Linense, no Pacaembu. O Palmeiras treinará em Itu até quinta-feira, quando retornará para São Paulo.

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