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Pedro Martins/MoWA Press
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Remanescente do grupo de 2014, Daniel Alves pede seleção focada no presente

Lateral acredita que houve uma "evolução" da seleção brasileira desde o Mundial

Jamil Chade, enviado especial / Berlim, O Estado de S.Paulo

26 de março de 2018 | 14h58

Um dos poucos remanescentes do grupo da seleção brasileira na Copa do Mundo 2014 que vai entrar em campo no amistoso desta terça-feira contra a Alemanha, o lateral-direito Daniel Alves será o capitão da equipe no duelo marcado para Berlim contra a equipe dirigida por Joachim Löw e insistiu nesta segunda que o momento é de "olhar para o presente".

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"Esse é um clássico mundial e sempre tem uma certa dificuldade", disse o jogador, em entrevista coletiva. "Quando você não pode mudar o passado, temos de nos concentrar em mudar o presente e é isso que viemos fazer aqui", afirmou.

Daniel Alves não entrou em campo na derrota por 7 a 1 em 2014 e lamentou não poder ter ajudado o time. "Mas agora são desafios novos e totalmente diferentes. Dificuldade existirá para ambos e esperamos estar à altura", disse. "Vai ser um grande teste", insistiu. O lateral acredita que houve uma "evolução" da seleção brasileira desde 2014. "Ela é nítida desde que o professor assumiu", afirmou. Mas evitou criticar o trabalho realizado por Luiz Felipe Scolari há quatro anos. "Não vou colocar areia no trabalho dos outros", disse.

"O que houve é que tivemos ideias novas, o futebol evoluiu e nós evoluímos com ele", explicou. Daniel Alves acredita que, hoje, ele é mais "maduro e experiente"." "Queria ter entrado para ajudar no 7 a 1. Mas na vida só tem uma opção: continuar.", completou.

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