Renascer nega influência na decisão de Kaká de recusar oferta

'Não tivemos nenhuma razão para intervir, nem teríamos podido', afirma a porta-voz da igreja Marli Gonçalves

ANSA,

20 de janeiro de 2009 | 21h10

A Igreja Renascer em Cristo negou nesta terça-feira ter influenciado a decisão do meia brasileiro evangélico Kaká, do Milan (ITA) de recusar a oferta feita pelo Manchester City (ING). Veja também:Técnico diz 'gritar de felicidade' por ter Kaká no MilanMilan recuou na hora de vender Kaká, diz Manchester CityOficial: Kaká não deixará o Milan nesta temporada Kaká acertou ao recusar a oferta milionária do Manchester City? Dê seu palpite no Bolão Vip do Limão"Foi uma decisão pessoal de Kaká, na qual não tivemos nenhuma razão para intervir, nem teríamos podido. Kaká é um exemplo mundial, é um atleta maduro, tem uma formação moral impecável", declarou a porta-voz da igreja de Kaká, Marli Gonçalves. A porta-voz reforçou que Kaká "sabe que pode sempre contar com o apoio da Renascer e, iluminado como é, saberá sempre qual é o seu melhor destino e ele mesmo o construirá, sem interferências". Apesar disso, a fé do meia pode ter pesado em sua decisão. O jornal inglês 'Times' informou nesta terça-feira que Kaká "rezou para entender o que fazer" em relação à proposta do clube inglês. "Nestes dias rezei muito para entender o que deveria fazer, e de Deus me veio uma indicação", informou a publicação britânica, que lembrou o apelo da comunidade evangélica da Itália para que o brasileiro não aceitasse "uma oferta de um muçulmano", referindo-se ao xeque Mansour bin Zayed al Nahyan, dono City. O site protestante evancelici.net também havia se manifestado contra a transferência de Kaká, reforçando que "se fosse para o Manchester City, o futuro pastor evangélico Kaká se envolveria com dinheiro de um muçulmano". O site não tem relação com a Igreja Renascer.

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