Lucas Uebel/Grêmio
Lucas Uebel/Grêmio

Renato elogia Grêmio 'mortal', mas contém euforia: 'Ainda não estamos na final'

Apesar de boa vantagem no jogo de ida das semifinais da Libertadores, treinador cobra foco de sua equipe

Estadão Conteúdo

26 Outubro 2017 | 10h54

O Grêmio conquistou uma vantagem enorme nas semifinais da Copa Libertadores ao vencer o Barcelona de Guayaquil por 3 a 0, na noite da última quarta-feira, no Equador, no confronto de ida do mata-mata. Após o confronto, o técnico Renato Gaúcho celebrou a grande atuação de sua equipe e enalteceu a eficiência ofensiva do time.

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"A gente sabe da qualidade técnica da equipe do Grêmio, mas não adianta nada o jogador jogar só com a bola nos pés. Taticamente todo mundo teve a sua parcela de contribuição e os jogadores não deram espaço ao adversário. Fizemos várias triangulações e mantivemos a posse de bola. E, acima de tudo, o Grêmio foi mortal, principalmente no primeiro tempo, em que tivemos duas chances e fizemos dois gols", analisou o comandante, em entrevista coletiva no palco do confronto.

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Renato, entretanto, alertou que a vaga na decisão da competição continental ainda não está garantida, embora o time gremista possa perder por até 2 a 0 no confronto de volta das semifinais, marcado para a próxima quarta-feira, às 21h45, em Porto Alegre.

"O Grêmio não está classificado. Conseguimos uma boa vantagem, mas o Grêmio não está na final", ressaltou o comandante, lembrando em seguida que o Barcelona de Guayaquil "já mostrou que pode ser eficiente fora de casa". No caso, ele se referiu ao fato de que nesta Libertadores o time equatoriano eliminou o Palmeiras nas oitavas de final e o Santos nas quartas, em ambas as fases levando a melhor sobre os adversários atuando como visitante no confronto de volta.

"Eles continuam ganhando todo o nosso respeito. Jogamos 90 minutos aqui, agora temos mais 90 minutos em Porto Alegre com a nossa torcida. Temos uma vantagem, mas isso não nos garante 100% na próxima fase", enfatizou Renato, que foi campeão da Libertadores como jogador em 1983, justamente com a camisa do Grêmio. Vinte cinco anos mais tarde, como técnico do Fluminense, acabou derrotado pela LDU na decisão da competição continental em 2008.

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