Renato Gaúcho reclama de pênalti, mas admite Grêmio instável

Técnico reconheceu que sua equipe ficou devendo mellho futebol diante do Junior Barranquilla

AE, Agência Estado

25 de fevereiro de 2011 | 08h50

Depois de ver o Grêmio perder por 2 a 1 para o Junior Barranquilla, na Colômbia, em seu primeiro jogo fora de casa nesta edição da Copa Libertadores, o técnico Renato Gaúcho reclamou de um pênalti não marcado em cima do atacante Borges, que poderia ter garantido ao time gaúcho ao menos o empate no confronto. Autor do gol gremista no duelo, logo aos 4 minutos de jogo, o jogador foi puxado pela camisa dentro da área aos 11 minutos do segundo tempo, quando tentava fazer o segundo gol.

O treinador, porém, admitiu que o Grêmio ficou devendo melhor futebol e mostrou instabilidade em campo. "No primeiro tempo o adversário foi muito melhor, mas o segundo tempo foi totalmente diferente: o Grêmio se impôs, começou a criar, teve um pênalti legítimo não marcado que poderia ter mudado o jogo", lamentou o treinador, que depois enfatizou uma falha que se tornou decisiva para a derrota gremista.

"Nos abrimos muito, deveríamos ter fechado mais a ''casinha''. Poderíamos ter prendido mais a bola. Sentimos a pressão do adversário", admitiu o comandante.

Com o resultado amargado na Colômbia, o Grêmio caiu para o segundo lugar no Grupo 2 da Libertadores, com três pontos, mesma pontuação do peruano León de Huánaco, próximo rival do time gaúcho no torneio continental, na próxima quinta-feira, no Estádio Olímpico, em Porto Alegre. O líder é o Junior, com seis. O boliviano Oriente Petrolero, lanterna da chave, ainda não pontuou.

Derrotado na Libertadores, o Grêmio agora mira a semifinal do primeiro turno do Campeonato Gaúcho. O time enfrentará o Cruzeiro-POA, no Olímpico, no próximo domingo, às 16 horas.

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