Renato lamenta erros, mas aponta 'massacre' do Grêmio

O Grêmio foi superior em campo, mas foi derrotado por culpa dos seus vacilos. Assim Renato Gaúcho resumiu o revés diante do Criciúma, por 2 a 1, na noite de quarta-feira, em Porto Alegre. Com o resultado, a equipe gaúcha desperdiçou a oportunidade de reduzir a vantagem do Cruzeiro na liderança do Brasileirão.

AE, Agência Estado

10 de outubro de 2013 | 09h20

"O jogo foi praticamente um massacre. Pressionamos o primeiro tempo todo. Não fizemos, apesar de termos as melhores oportunidades", comentou o treinador. "Não fizemos os gols, vacilamos em lances de bola parada e acabamos levando. Não dá para dar mole porque os adversários não têm pena de você".

Renato Gaúcho admitiu que já esperava um duelo complicado contra os catarinenses. "Falei que era complicado porque eles estão desesperados", disse, referindo-se à posição do Criciúma dentro da zona de rebaixamento.

Preocupado com as vaias, ao fim do jogo, o técnico saiu em defesa do atacante Barcos, que não marca há 8 jogos e foi o principal alvo da torcida. "O torcedor tem que entender que a campanha do Grêmio é excepcional, com estes jogadores aí. O Barcos é fundamental no grupo e no time", declarou.

A derrota desta quarta não desanimou o treinador. Para ele, o Grêmio segue com chances de levar o título, apesar da vantagem de 9 pontos do Cruzeiro, que perdeu para o São Paulo na rodada.

"Enquanto houver chance, vamos lutar pelo título. Cruzeiro tem de jogar e ganhar. Temos de fazer o nosso dever de casa. Antes de hoje, tivemos três vitórias que ninguém acreditava. Não adianta torcer. Temos de fazer a nossa parte", disse.

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