Renato se diz cauteloso sobre titularidade no Palmeiras

O volante Renato chegou ao Palmeiras em 2012, seguiu para o futebol português por empréstimo na mesma temporada e só retornou no ano seguinte. Com pouco tempo de casa, ele já é considerado uma das melhores opções para o time titular pelo técnico argentino Ricardo Gareca. Apesar disso, o jogador de apenas 22 anos prefere tratar o assunto com cautela.

AE, Agência Estado

30 de junho de 2014 | 15h25

"Não me considero um titular até porque se eu deixar de trabalhar e não me esforçar no dia a dia, perderei a posição. Eu estou em um clube muito grande, que é o Palmeiras. Estou muito feliz por estar aqui, mas tenho de trabalhar e mostrar todos os dias para o treinador e para o torcedor que eu tenho condição de jogar no Palmeiras. Tenho de continuar com os pés no chão e trabalhar", comentou, em entrevista coletiva nesta segunda-feira em Atibaia (SP), local da intertemporada do clube alviverde.

Com a pausa para a Copa do Mundo, as equipes brasileiras estão tendo um período incomum na metade da temporada para arrumar detalhes e recuperar a forma física de seus elencos. Para Renato, a parada é positiva, mas ele confessou que sente saudades dos jogos. "Eu estava comentando com os meus pais ontem (domingo). A gente sempre sente falta quando para o campeonato. Foi importante para o Gareca estudar os jogadores e passar o que ele gosta dentro de campo. Voltaremos com tudo para o campeonato", destacou.

Desde que chegou a Atibaia para os treinamentos intensivos visando o segundo semestre, o Palmeiras fez também dois jogos-treino. Na última quarta, o time conseguiu uma boa vitória sobre o Barueri-SP por 8 a 1. Já no sábado, a equipe fez somente um placar magro no triunfo diante do Juventus: 2 a 1.

"Não conseguimos marcar pressão, do jeito que o Gareca nos pediu, por causa do cansaço. Mas ele (Gareca) entendeu que estávamos cansados e no próximo jogo estaremos descansados. Hoje (segunda) nós fizemos tático de novo e ele nos ajudou a melhorar a parte defensiva, assim como o ataque também", analisou Renato.

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