René Simões admite que temeu por 'desgraça' contra o Botafogo-PB

O Botafogo do Rio de Janeiro fez um jogo de risco contra o modesto Botafogo da Paraíba, na noite desta quarta-feira, no Engenhão. Após empatar por 2 a 2 na ida, chegou a fazer 3 a 1 no placar, mas levou o segundo gol dos visitantes. Se tivesse marcado mais um, o Botafogo paraibano teria ficado com a vaga na segunda fase da Copa do Brasil. Como não levou o terceiro e ainda anotou o quarto, o time anfitrião espantou a zebra e classificou-se.

Estadão Conteúdo

16 de abril de 2015 | 10h56

O susto, porém, marcou o técnico René Simões. "Eu estava sentindo a hora que aconteceria uma desgraça", declarou, ao fim da partida. "Controlamos de 15 a 20 minutos do jogo inteiro. Quando é assim, o jogo fica fora da sua mão, e você pode ganhar ou perder a qualquer momento."

Simões conseguiu evitar a "desgraça" ao distribuir puxões de orelha nos seus jogadores. "O time estava desatento no passe e na marcação. Tenho que cobrar, a minha função é apertar o jogador o tempo todo", afirmou o técnico. "Apertei muito no intervalo, mas também tenho que parar para analisar os números. Foram oito jogos em 25 dias, incluindo uma viagem à Paraíba", ponderou.

O susto no Engenhão e a sequência de partidas fez o treinador antecipar a concentração do time para o segundo jogo da semifinal do Campeonato Carioca. "Vamos nos concentrar amanhã [quinta-feira] mesmo. Os estresse é grande", justificou. A partida contra o Fluminense, no Engenhão, será disputada no sábado. O Botafogo precisa vencer para reverter a vantagem do rival, que venceu na ida por 2 a 1, para alcançar a final.

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