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Renovação do contrato do atacante Lucas com São Paulo está emperrada

Valorização pedida pelo empresário do jogador foi muito maior do que a diretoria tricolor esperava

MARCIUS AZEVEDO, Agência Estado

28 de dezembro de 2010 | 21h06

SÃO PAULO - A renovação do contrato de Lucas com o São Paulo - para atender ao pedido de valorização feito pelo garoto e por seu empresário, Wagner Ribeiro - transformou-se em uma novela que não terá mais um final neste ano.

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O vice-presidente do clube tricolor, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, fez uma pausa nas negociações. As conversas só serão retomadas na semana que vem.

O dirigente diz que continua otimista, mas a verdade é que o assunto já preocupa os cartolas. A valorização pedida por Wagner Ribeiro foi muito maior do que eles esperavam. Alegando que o São Paulo rejeitou uma proposta de 8 milhões de euros do Benfica e outra de 10 milhões de euros do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, ele pediu salário de R$ 130 mil mensais - Lucas recebe hoje R$ 12 mil - e 40% dos direitos econômicos do jogador.

O clube estuda uma contraproposta, certamente com número mais modestos. A maior preocupação é evitar o assédio de clubes brasileiros, já que a multa é baixa: R$ 980 mil. Para clubes do exterior, ela é de R$ 35 milhões. Há também uma brecha no contrato, já que Lucas foi emancipado quando completou 16 anos para assinar por cinco temporadas, quando a Fifa permite no máximo três. "Não quero usar isso para negociar. Quero apenas alguma coisa justa para o menino", disse o empresário.

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