Reunião pode selar união entre Stábile e Garcia no Corinthians

Acordo entre os dois dirigentes visando a candidatura à presidência do clube deve ser decidida nesta quarta

Fábio Hecico, Estadão

02 de outubro de 2007 | 22h32

Uma reunião nesta terça-feira pela manhã, seguida de almoço em churrascaria da zona norte selará, ou não, a união entre os candidatos Paulo Garcia e Osmar Stábile para disputar a eleição do dia 9 contra Andrés Sanchez, da Renovação & Transparência. Nesta terça, num encontro rápido, não houve acordo.  "Fizemos uma reunião rápida, não deu para falar muita coisa, pois estávamos atrasados para outros compromissos. Não conversamos nem sobre uma aliança", afirmou Stábile, que deixou o encontro com Alves reticente sobre união. "Ele vai me mostrar o projeto amanhã cedo  e vamos conversar mais sobre o Corinthians, mas está um pouco distante [a aliança] e não deve ter nada, não", seguiu Stábile, candidato da Ação Corintiana. "No momento eu só tiraria a candidatura se fosse consenso, agora um acordo não existe a possibilidade. E tenho de ouvir o pessoal do meu grupo." Já Paulo Garcia estava mais entusiasmado. "Nos reunimos ontem e vamos nos reunir amanhã [quarta] novamente. Mas evoluiu bastante", observou.  Alexandre Husni, vice-presidente do Conselho Deliberativo, também demonstrava otimismo. "Me encontrei com o Paulo e estamos bastante confiantes, devemos formar, não sabemos como, uma chapa. Estaremos juntos e, possivelmente, também com o doutor Waldemar Pires", afirmou.  Enquanto os rivais pela disputa da cadeira de Alberto Dualib - renunciou ao cargo antes de ser destituído - discutiam parceria, Andrés seguia na elaboração do plano de governo. Tudo deve ser apresentado em um buffet, nesta quinta-feira, data na qual a candidatura será lançada oficialmente.

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