Gustavo Graf/Reuters
Gustavo Graf/Reuters

Reunidos em símbolo mexicano, torcedores vivem momentos de alegrias e angústia

Zócalo, coração da capital mexicana, foi palco de encontro para assistir ao jogo entre Brasil e México

Cristiano Dias, enviado especial/Cidade do México, O Estado de S.Paulo

02 Julho 2018 | 14h09

O Zócalo, coração da capital mexicana, começou a encher lentamente nesta segunda-feira, 2. A noite anterior havia sido longa, após as celebrações pela vitória do candidato esquerdista Andrés Manuel López Obrador, eleito presidente do México. Havia um clima de ressaca cívica e certa desconfiança com relação à seleção comandada por Juan Carlos Osório. "Eu já me agarrei ao meu terço, porque de hoje o México não passa", disse Juan "Checho" Marquez, enquanto esquentava um pedaço de pizza em uma van.

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No entanto, à medida que o tempo passava e a seleção dominava o jogo - pelo menos na visão dos comentaristas da emissora mexicana -, e as pessoas passaram a acreditar em um milagre.

Os mexicanos vibravam especialmente com as defesas de Ochoa e com os desarmes de Carlos Salcedo, "el Titán" - os mexicanos se referem aos jogadores pelo apelido -, a ponto de ser difícil saber quem toca na bola.

 

No fim, Ochoa não operou todos os milagres e  o desânimo foi tomando conta da multidão. Depois do segundo gol brasileiro, lentamente, assim como chegaram, os mexicanos foram deixando o Zócalo.

 

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