Revoltado com gás, Muricy Ramalho critica Luxemburgo

Técnico do São Paulo diz que palmeirense errou ao dizer que o gás teria sido atirado por são-paulinos

Redação,

22 de abril de 2008 | 18h56

O técnico Muricy Ramalho não gostou das insinuações de Vanderlei Luxemburgo, que disse no domingo que o próprio São Paulo poderia ter lançado o gás nos vestiários do Palestra Itália. Para o treinador são-paulino, o colega palmeirense estava de cabeça quente e deveria ter ficado calado. Veja também: Majestoso e Palestra Itália confirmados na final do Paulistão TV ESTADÃO: debate sobre as finais do Paulistão Vote: qual time vai ser o campeão de 2008? "Eu não acho que essa declaração foi legal. O Luxemburgo deveria estar de cabeça quente", afirmou Muricy na noite desta terça-feira no CCT do São Paulo. "Eu respirei o gás e não acusei ninguém. O Luxemburgo foi muito mal nisso. É nítido que o São Paulo acabou prejudicado com o ocorrido." Muricy acredita que a Federação Paulista (FPF) e a Polícia devem investigar o ocorrido. "Se não forem tomadas providências, isso pode virar moda. Não podemos ser prejudicado por algum demente que fez isso. Até a imagem do Palmeiras fica arranhada. Fatos como estes não podem se repetir." Nesta terça-feira, o procurador do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), Antonio Carlos Meccia, acompanhado de representantes de Palmeiras e FPF, realizou uma vistoria no vestiário que foi utilizado pela comissão técnica do São Paulo. Ele pode denunciar o Palmeiras. Sobre a eliminação no clássico, Muricy acredita que a derrota para o Palmeiras não prejudicará o desempenho do time nesta quarta, contra o Atlético Nacional, no Morumbi, pela Libertadores. "O São Paulo chega no melhor momento possível. Vamos com tudo para conseguir a vitória. Não vai faltar dedicação."

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