Ricardinho não lamenta as ausências

Assumindo o mesmo discurso que prioriza a coletividade, Ricardinho não quer ser apontado como o maestro do meio-campo santista na partida desta quarta-feira. Também acha que essa é a hora de valorizar os atletas que vão substituir os atletas que foram cedidos à seleção. "É preciso enaltecer a presença e não a ausência. Temos que nos adaptar à realidade." Sem Robinho e Léo, Ricardinho aposta no sucesso do trabalho em conjunto como a saída para tentar reverter o resultado desfavorável de Curitiba e seguir na competição rumo às semifinais. "O coletivo é que vai fazer o time sobressair. O grupo está preparado e a equipe, consciente. Agora é descansar e esperar a hora da partida." O jogador, que estava na seleção brasileira que enfrentou Paraguai e Argentina pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, fez apenas um treino ao lado do possível companheiro Giovanni. A falta de entrosamento, no entanto, não assusta Ricardinho. "Acho que pela categoria dele, não vejo problema nenhum", afirmou. "No domingo ele foi bem e o entrosamento só vem com o tempo. Mas isso não vai fazer a diferença entre conseguirmos a vitória ou não." Conhecedor do futebol paranaense, onde iniciou a sua carreira, Ricardinho é um bom observador das equipes adversárias. Para ele, o importante é ter muita atenção com o rival e apontou os principais trunfos do Atlético Paranaense. "Eles têm jogadores na frente que usam o corpo e são bons nas bolas paradas." Ainda assim, o capitão santista confia na vitória. "Temos 90 minutos para conseguir isso. Vamos jogar em casa e temos condições de chegar no nosso objetivo." O segredo para isso? "Ter tranqüilidade e acabar o jogo com 11 em campo."

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