Rijkaard acha que todos começam do 'zero' na Espanha

Técnico do Barcelona tenta amenizar badalação e não considera seu time favorito absoluto por título espanhol

21 de julho de 2007 | 09h20

No primeiro dia de sua quinta temporada à frente do Barcelona, e apesar das vitórias do passado, o técnico Frank Rijkaard considera que "todos", incluindo ele mesmo, começam "do zero" no novo projeto, e destacou "a motivação a mais" criada com a chegada de novos jogadores.  O holandês disse à imprensa que a motivação que seus jogadores devem ter para a nova temporada está no fato de que se começa tudo "de novo". "Temos jogadores que sabem o que significa conseguir algo importante para si mesmos e para o público. Agora começamos de novo, esta é a motivação e é uma boa coisa." O técnico afirmou que não precisa de "um manual de psicologia" para lidar com os egos das grandes estrelas da equipe e evitar problemas maiores, como ocorreu antes, e informou que o número ideal de jogadores com o qual quer ficar na equipe está entre 22 e 24. Rijkaard não acha que seja o momento de falar sobre saídas de jogadores, mas se sabe que abriu as portas para Ezquerro, Thiago Motta e Maxi López. Por conta disso, o holandês acha que "sempre é preciso respeitar os jogadores", por isso não os impedirá de treinar com a equipe enquanto se buscam saídas.  Sobre se a atual equipe do Barcelona é a melhor que já dirigiu, Rijkaard disse ser necessário tempo para dar sua opinião, porque falar no início da temporada é prematuro.  "Temos muita qualidade, talento e experiência, isso é certo. Agora temos de trabalhar muito para transferir isso ao campo, e só no final é possível dizer se foi a melhor ou uma das melhores equipes que treinei", concluiu.

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