Rio Branco acerta com zagueiro Gino

Rio Branco anunciou mais dois reforços para a disputa do Campeonato Paulista de 2005: o zagueiro Gino e o goleiro Magrão, que se apresentam na próxima segunda-feira no estádio Décio Vitta ao técnico Luís Carlos Cruz. Gino, 31 anos, foi revelado no Corinthians e teve passagens pelo Bragantino, Náutico, Portuguesa Santista e Paysandu, clube pelo qual disputou a Taça Libertadores da América de 2003. O zagueiro disputou a Série B deste ano pelo América-RN. O goleiro Magrão teve passagem pelo Nacional, da Capital, e está atualmente no Fortaleza. Para o Paulistão, além de Gino e Magrão, o clube já trouxe os zagueiros Baggio e Max Sandro, os laterais Jorginho e Marcos Paulo, os volantes Moisés, Felipe e Ricardo Lima, o meia Fabiano Gadelha e os atacantes Sérgio Lobo, Capitão e Cristiano. O Rio Branco realiza dois jogos treinos na semana que vem. Dia 15, contra o Rio Claro e no dia 18 contra o XV de Piracicaba. Pelo Interior - No América, técnico Roberval Davino vai receber mais dois reforços na semana que vem para o Paulistão. Na segunda-feira devem se apresentar em São José do Rio Preto, o lateral-direito Luizinho e um zagueiro. O nome deste novo reforço é mantido sob sigilo absoluto, mas sabe-se que ele já teve passagens pelo futebol da Coréia e da República Tcheca. Enquanto não acerta um novo treinador, após a surpreendente saída de Hélio dos Anjos, a diretoria do Santo André continua atrás de reforços para a temporada 2005, quando o time, além do Paulistão, disputará a Taça Libertadores. Os dirigentes anunciaram a contratação do lateral Richarlyson, revelado pelo próprio Santo André e com passagens pelo Fortaleza e Ituano. Enquanto uns times se reforçam, outros continuam sem novidades. Segundo o presidente da União Barbarense Futebol Clube Ltda, empresa que comanda o futebol do União, Francisco Silveira Mello, a questão salarial tem dificultado as coisas para o time na hora de negociar com possíveis reforços. O dirigente reconheceu, que apesar ter dobrado o salário dos jogadores para o ano que vem, o valor continua baixo e não tem como o Barbarense competir com os salários pagos por clubes do porte, por exemplo, de Marília e de Ituano.

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