Riquelme diz que volta para dar título ao Boca Juniors

O astro argentino Juan Román Riquelme disse que se sente um jogador outra vez e que deseja dar mais um título à torcida do Boca Juniors - clube ao qual ele retornou na última sexta-feira e com o qual tem contrato até 2014. "Estou alegre, me sentindo um jogador outra vez, algo que há alguns meses havia perdido. Tenho um compromisso muito importante e espero cumpri-lo bem", afirmou o veterano meia.

AE, Agência Estado

11 de fevereiro de 2013 | 20h30

Ao detalhar as razões de sua decisão em voltar ao clube após sete meses parado, ele destacou que é torcedor do Boca Juniors e que sofreu ao ver o time perder o último clássico contra o River Plate por 2 a 1. "Senti que deveria estar aqui", explicou Riquelme.

O jogador de 34 anos também agradeceu ao presidente do Boca Juniors, Daniel Angelici, e ao técnico Carlos Bianchi por terem permitido sua volta ao time. Em relação à torcida, Riquelme destacou que ela "o ama muito" e que esse sentimento é recíproco. "Durante este ano e meio (de contrato), espero dar a eles mais um título de presente. Sou um torcedor, assim como eles", afirmou.

Ele disse ainda que irá conversar com o preparador físico do clube nesta segunda-feira, que volta a treinar com o grupo, para projetar seu retorno aos jogos. "Com certeza, vou me preparar durante vários dias, e quando o técnico me ver atuando bem, contará comigo. Espero que aconteça o mesmo que ocorreu em 2007. Eu não havia feito pré-temporada e as coisas terminaram muito bem naquele ano", lembrou.

Riquelme está sem jogar desde o dia 4 de julho, quando defendeu o Boca Juniors na final da Libertadores e perdeu o título para o Corinthians. Depois daquela decisão, ele disse que não tinha mais clima para continuar no clube e também admitiu que poderia encerrar a carreira. Mas, após ficar tanto tempo parado, resolveu voltar ao futebol no final do ano.

Presidente do Palmeiras na época, Arnaldo Tirone chegou a acertar a contratação de Riquelme em janeiro, mas deixou o contrato para ser assinado pela nova diretoria do clube. Após ser eleito mandatário palmeirense, Paulo Nobre descartou o reforço do astro argentino, explicando que o investimento era muito alto e não havia recursos para poder bancar. Assim, o destino do meia acabou sendo mesmo o retorno para o Boca Juniors.

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