José Méndez/EFE
José Méndez/EFE

Rivais do Brasil, Venezuela e Peru se enfrentam em Porto Alegre

Pela primeira rodada do Grupo A, equipes estreiam apostando na experiência de seus principais jogadores

Redação, O Estado de S.Paulo

15 de junho de 2019 | 04h30

Venezuela e Peru se enfrentam neste sábado, às 16h, na Arena do Grêmio, pela primeira rodada da Copa América. As seleções serão as próximas adversárias do Brasil no Grupo A. O principal jogador do confronto é o peruano Paolo Guerrero, que esteve na Copa da Rússia. Os venezuelanos sabem que precisam ter atenção com o atacante do Inter.

“É um jogador que pode mudar o resultado de um jogo. Temos de marcá-lo bem, sermos compactos, e não marcá-lo somente no um contra um”, disse o beque venezuelano Jhon Chancellor. Ambas as seleções sofreram cortes às vésperas da Copa América. Na Venezuela, Adalberto Peñaranda se machucou e deu lugar a Soteldo, meia do Santos. No Peru, Josepmir Ballón foi escolhido para a vaga que era de Paolo Hurtado.

O Peru chegou a Porto Alegre na última quarta-feira e realizou apenas algumas atividades no CT do Internacional. A Venezuela se organizou melhor e reconheceu o gramado da Arena do Grêmio na tarde de ontem. As duas seleções fecharam as atividades para os jornalistas.

No último amistoso preparatório para a Copa América, os rivais tiveram momentos diferentes. O Peru perdeu por 3 a 0 para a Colômbia, enquanto a Venezuela venceu bem os Estados Unidos pelo mesmo placar.

A Venezuela não é mais aquela seleção que apanhava de todos os adversários na América do Sul. Um dos principais jogadores do time é o atacante Rondón. O país passa por momentos difíceis, mas o elenco conseguiu fazer um bom período de preparação nos EUA.

O Peru, do técnico Gareca, o mesmo que estava no comando do time na Copa da Rússia, aposta alto na força do seu principal jogador, Guerrero, e também de Cueva, que atua no Santos.

OPORTUNIDADE

Mais de 50 refugiados venezuelanos ganharam ingressos para o jogo. A ação é da instituição humanitária internacional Aldeias Infantis SOS, que conseguiu as entradas com a Secretaria de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul. A crise na Venezuela foi assunto no time. “É uma motivação para dar esperança ao nosso país”, disse o zagueiro Hernández.

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