Fabrice Coffrini/AFP
Fabrice Coffrini/AFP

Rival do Brasil na estreia, Suíça aposta em meia recordista em Copas

Valon Behrami vai disputar o Mundial pela quarta vez e vai igualar, por exemplo, Pelé

Estadão Conteúdo

13 Junho 2018 | 19h46

Quando entrar em campo contra o Brasil neste domingo, em Rostov, na estreia da Suíça na Copa do Mundo da Rússia, Valon Behrami se tornará o primeiro jogador suíço a representar seu país em quatro Mundiais e igualará os brasileiros Pelé e Ronaldo, o argentino Diego Maradona e os alemães Uwe Seeler e Klose no número de participações no torneio.

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Prestes a atingir a marca histórica, o meia quer liderar a Suíça em busca de uma campanha satisfatória na Rússia. "É provavelmente minha última Copa do Mundo, então eu quero aproveitar cada momento", disse o meia da Udinese, que, com muitas lesões, não teve uma temporada dos sonhos no time italiano.

Em 2006, na Alemanha, Valon Behrami teve aparição discreta. Quatro anos depois, na África do Sul, o meia estabeleceu um recorde indesejado em uma partida contra o Chile, na qual se tornou o primeiro jogador suíço a ser expulso em uma edição de Mundial. "Foi uma grande decepção para mim e o clima da equipe não foi bom", relembra. Na ocasião, Behrami, suspenso, não atuou no último jogo da primeira fase e a Suíça foi eliminada precocemente.

 

No Brasil, porém, o panorama mudou e a tristeza e lamentação se transformaram em felicidade e orgulho. Com gol e assistências, Behrami foi um destaques da campanha do time europeu, que, após uma boa fase de grupos, caiu nas oitavas de final para a Argentina. "Um grande momento", recordou o meia.

Mais experiente, o meia se vê como um dos líderes do grupo ao lado de Lichtsteiner, lateral-direito da Juventus, que se transferiu recentemente para o Arsenal. Ele diz que não sente o nervosismo de outrora e quer ajudar os atletas mais jovens. "Ganhei muita experiência que agora posso passar para os meninos, não perco muita energia para controlar meu nervosismo, fiquei nervoso por uma semana antes de uma partida da Copa do Mundo, hoje sinto a pressão cinco minutos antes do pontapé inicial", garantiu.

 

 

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