Roberto Carlos quer trabalhar em paz

O lateral Roberto Carlos chegou à Granja Comary disposto a evitar polêmicas. A última em que seu nome esteve envolvido diz respeito a uma entrevista ao Jornal O Globo, ainda na Espanha, na qual teria dito que "amor à camisa é conversa fiada". Ele ponderou sobre sua declaração e disse que quer apenas pensar em jogar e vencer o Uruguai. "Toda vez que venho para a seleção tem sempre confusão", afirmou. "É mais fácil explicar essas coisas quando minha voz sair em entrevista de TV." Ele garantiu que veste a camisa da seleção com o orgulho e que se sente privilegiado em pôr o uniforme que leva o símbolo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). "Peço paz para trabalhar, só isso." Roberto alugou um jatinho de São Paulo para o Rio, a fim de não se atrasar na apresentação. Ele evitou críticas ao ex-treinador da seleção, Emerson Leão, que só o convocou uma vez, e avaliou as condições de classificação do Brasil ao Mundial. "Estamos numa situação delicada, mas vamos conseguir a vaga."

Agencia Estado,

20 de junho de 2001 | 19h15

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