Robinho comemora e 'baladas' entram novamente em discussão

Destaque da vitória do Brasil sobre o Equador curte a noite e casos antigos reaparecem no cenário da seleção

18 de outubro de 2007 | 14h54

A apresentação de gala do atacante Robinho, na vitória por 5 a 0 diante do Equador, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010, em pleno Maracanã, na quarta-feira, trouxe à tona a magia e o frenesi que o craque brasileiro traz consigo.     Veja também:    Enquete - Baladas atrapalham os jogadores? Crônica do jogo: Brasil 5 x 0 Equador Para Kaká, gols e aplausos no Maracanã são sonho realizado  Você acha que após a goleada sobre o Equador, a seleção brasileira engrena nas Eliminatórias? Classificação  Calendário / Resultados   Após a partida, o jogador, juntamente com amigos, teria curtido a noite numa boate no Rio de Janeiro. Robinho foi flagrado por uma foto de celular de um fã, no momento que entrava no recinto. O jogador, no entanto, já tem em sua cabeça a volta para Madri, uma vez que precisa retornar ao time principal e reassumir seu posto de titular, sendo que ficou de fora dos dois últimos jogos da equipe merengue por causa de uma contusão. O Mesmo vale para Ronaldinho Gaúcho, que teria acompanhado um show de pagode ao lado de Vágner Love.   Tal atitude relembra os bons tempos de outros craques como Romário, Ronaldo e Edmundo, que costumavam comemorar seus feitos noite adentro. No caso de tais craques, polêmicas sempre foram geradas, mas nada fora do ordinário, a não ser no caso de Edmundo, que se envolveu num acidente automobilístico em 1995, matando três pessoas. Já Romário teve numa noitada, num hotel no Rio do Sul, o motivo de sua saída do Flamengo, em 1999.   A relação de jogadores com 'noitadas' vem de longa data, e sempre foi motivo de discussão. O brasileiro Deco, do Barcelona, declarou recentemente que os jogadores têm o direito de saírem à noite, enquanto vários técnicos refutam tais atitudes, como Vanderlei Luxemburgo, que chegou a brigar com Marcelinho Carioca, na noite anterior à final da Copa do Brasil de 2002, quando ambos estavam no Corinthians.   As 'noitadas', inclusive, tiveram sua parcela de culpa pelo fracasso da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2006. O técnico Carlos Alberto Parreira confessou que certos jogadores iam para as baladas durante a fase de treinamento da equipe, na Suíça.   O atacante Adriano, um dos envolvidos, recentemente admitiu ter problemas com o alcoolismo, fazendo com que sua carreira, antes promissora, se transformasse num fiasco, até o presente momento.   Dentre os casos de 'noitadas' de jogadores na seleção brasileira, outro que se destaca é o corte do lateral-direito Leandro e do atacante Renato Gaúcho da Copa do Mundo de 1986, no México. Renato e Leandro foram cortados pelo técnico Telê Santana por terem deixado a concentração sem permissão. Hoje, Renato Gaúcho, como técnico, aprova a atitude de seu ex-treinador.

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