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Robinho é cortado antes do embarque

O atacante Robinho foi cortado da delegação do Santos pouco antes do embarque para Cochabamba (BOL), nesta terça-feira à noite, onde na quinta-feira, o time enfrenta o Jorge Wiltersmann na rodada de abertura da Copa Libertadores da América. O jogador reclamou de dores musculares na reapresentação aos treinos pela manhã e foi submetido a exames de ressonância magnética. Como não foi constatada nenhuma lesão, ele foi confirmado na delegação. No final tarde, no entanto, novos exames foram realizados e, com a persistência das dores, os médicos decidiram vetá-lo para a partida desta quinta-feira. O volante Preto Casagrande viajou em seu lugar.Robinho chegou ao treino reclamando de dores. Com isso, nãotreinou, deixando o técnico Emerson Leão irritado. "Foi feita ressonância nasduas perninhas dele e mão deu nada", disse o técnico, reclamando que ojogador poderia ter procurado os médicos do clube no domingo ou nasegunda-feira para iniciar o tratamento. "Se alguém está com umproblema, ou procura o médico ou não é nada sério", argumentou o técnico. "Se bem que tem jogador - e eu fui um deles - que só sente dores 48 horas depois. Robinho pode ser um desses atletas", disse. Além do desfalque de Robinho, Leão leva uma dúvida para a Bolívia. Ele ainda não sabe se mantém Paulo Almeida ou escala Claiton no meio-de-campo. Essa é uma rotina que o time começa a viver, depois de ter melhorado consideravelmente seu banco de reservas e aumentado as opções do treinador. Leão comentou que "esse ano será de aperto para o técnico uma vez que o nosso suposto banco dá a entender que temos mais de 11 titulares e, com isso, eu posso substituir atletas em alguns jogos independente de terem ido bem napartida anterior, dependendo do adversário ou do momento". Nesse caso, Claiton pode entrar com titular no jogo de quinta. No jogo de domingo, contra o Palmeiras, Leão fez essa alteração no intervalo e o time acabou melhorando (perdia por 2 a 0 e chegou ao empate). A experiência pode ser repetida agora. "O professor não definiu o time ainda, mas já é um bom sinal", disse Claiton, satisfeito com a oportunidade que surgiu no clássico e com a forte possibilidade de ser o escolhido. "Quando eu estava vindo para o Santos, me disseram que eu era titularno Internacional e ia sair para disputar a posição com um jogador daseleção brasileira", comentou o volante. E ele sempre respondeu queacreditava em seu trabalho. "Era um desafio e eu sempre acreditei emmim; por isso vim para trabalhar bastante e procurar meu espaço".

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