Marcos Brindicci/ Reuters
Marcos Brindicci/ Reuters

Rodada de clássicos na Argentina irá exigir de 9 mil policiais

Ao todo serão 7 dérbis no final de semana

Estadão Conteúdo

11 de setembro de 2015 | 15h13

Assim como aconteceu por diversos anos no Brasil, o Campeonato Argentino terá uma rodada de clássicos no fim de semana. Os jogos de extrema rivalidade estão causando preocupação das autoridades, de torcedores e da opinião pública de forma geral. Para tentar evitar confusões, estão escalados cerca de 9 mil policiais, ainda que desde 2013 todos os jogos da primeira divisão tenham torcida única.

O confronto mais aguardado é o "Superclássico" entre River Plate e Boca Juniors, no Monumental de Nuñez. O clássico será o primeiro desde a polêmica entre os arquirrivais na Copa Libertadores, em maio. Na ocasião, torcedores do Boca explodiram uma bomba no túnel de acesso ao vestiário do River. O Boca, favorito, foi excluído da competição. O River, azarão, acabou campeão. O mesmo Darío Herrera, árbitro daquele jogo, apitará o clássico de domingo à noite.

A possibilidade de confrontos entre as duas torcidas fará com que pelo menos 1.300 policiais sejam deslocados para os arredores do Monumental. Em Rosário, no clássico entre Rosario Central e Newell's Old Boys devem trabalhar cerca de mil policiais. Na terça, a casa da irmã do veterano Maxi Rodríguez, atacante do Newell's, foi alvo de tiros.

Em Santa Fé, os "pequenos" Colón e Unión Santa Fé vão atrair cerca de 900 policiais. A rodada ainda terá o "Clássico de Avellaneda" entre Independente x Racing; Huracán x San Lorenzo, vizinhos em Buenos Aires; o "Clássico Platense" disputado por Estudiantes x Gimnasia y Esgrima; e Lanús x Banfield, que jogam o "Clássico do Sul".

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