Cesar Greco|Ag palmeiras
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Roger espera ter Marcos Rocha e faz mistério sobre Borja titular na final

Corinthians e Palmeiras se enfrentam neste sábado pela primeira partida da decisão do Campeonato Paulista

Matheus Lara, O Estado de S.Paulo

30 de março de 2018 | 14h00

O técnico Roger Machado, do Palmeiras, não revelou a escalação do time na coletiva desta sexta-feira após o último treino antes da partida de ida da final do Paulistão contra o Corinthians, mas adiantou que espera ter o lateral-direito Marcos Rocha à disposição.

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O jogador se recupera um desgaste muscular que o tirou da volta da semi contra o Santos e ainda é dúvida para o clássico. "Ele ainda faz trabalhos à parte e uma pequena parte conosco (nos treinos). Vamos ter de ver no sábado ainda a utilização dele no clássico. Espero poder contar com ele", disse Roger.

Roger ainda comentou sobre a possibilidade de escalar Borja, de volta depois da concentração com a seleção colombiana, como titular diante da equipe alvinegra. Ele fez mistério.

"Pode ser que sim, poder ser que não. Obviamente que a escalação a gente tem definida, mas para fazer manutenção do mistério e da estratégia vamos confirmar só no sábado. Pode ser com Willian, Keno, retorno do Miguel. Primeiro jogo de dois jogos da decisão, pode ser com estratégia diferente."

O treinador falou que a entrega dos jogadores para o duelo contra os corintianos estará em "110%" e descartou um possível corpo mole no primeiro Dérbi do ano, na primeira fase do Paulista, em que o Palmeiras foi derrotado por 2 a 0. 

"Nossa avaliação interna passa muito mais pela estratégia do adversário e a nossa, que não funcionou naquele jogo", disse Roger. "É inevitável que, em uma decisão, a entrega seja de 110%. Não se disputa uma final com esse clássico desde 1999, a rivalidade já motiva a todos os envolvidos."

Roger minimizou o retrospecto recente do Palmeiras diante do rival deste sábado - o time não consegue vencer o Corinthians a quatro partidas. "Nos últimos dois anos, está a favor do nosso adversário. Se pegar os últimos dez anos, está igual. Se pegar historicamente, a gente está na frente. Depende dos elementos que se quer analisar."

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