Roger garante que prioridade do Cruzeiro é Libertadores

Classificado à segunda fase tanto da Copa Libertadores quanto do Campeonato Paulista, o Cruzeiro começa neste sábado uma nova etapa da temporada. A partir de agora, os confrontos são eliminatórios e um mínimo vacilo pode significar eliminação e fim do sonho do título. Apesar do foco divido entre as duas competição, o meia Roger não esconde que a prioridade é o torneio continental.

AE, Agência Estado

19 de abril de 2011 | 15h49

"Nosso objetivo maior é a conquista do título da Libertadores. Temos que saber como jogar, enfrentar os adversários de uma maneira respeitosa, mas sabemos da nossa qualidade, mostramos isso na fase de grupos, contra times fortes e jogamos bem dentro e fora de casa. Isso é importante para continuarmos avançando de fase", opinou o meia.

Com a melhor campanha na fase de grupos, o Cruzeiro já aparece com um dos favoritos - senão o principal - para a conquista do tricampeonato. Roger quer que o time continue mantendo a postura apresentada até aqui. "É botar a bunda no chão, correr, ser humilde em campo, nos ajudar, trabalhar como um grupo, assim que mostramos nossa força e assim também poderemos ser campeões", disse o meia, que prefere não escolher o rival das oitavas de final.

"Não podemos escolher adversários a partir dessa fase. Todos serão difíceis, se pegamos, por exemplo, o Fluminense, seria um clássico nacional, muito difícil em campo, mas não teríamos tanto desgaste com viagem. Por outro lado, não há muita rivalidade contra times de outro país, mas sempre são equipes que não temos tanta informação e viajamos muito e é desgastante. Tudo tem prós e contras, então temos é que colocar tudo no pacote e tentar passar por estes obstáculos o mais rápido possível."

No Campeonato Mineiro, o próximo compromisso é no sábado, contra o América de Teófilo Otoni, pelas semifinais do estadual. O primeiro jogo é na casa do adversário e Roger já sabe o que o Cruzeiro encontrará pela frente. "É um time chato e sem dúvidas, nos seus domínios, é muito difícil de ser batido. Sabemos como eles jogam, com dois centroavantes fortes, que jogam no corpo, com bola aérea, um jogando na sobra do outro, tentando aquela raspada de cabeça para o companheiro entrar na diagonal. No mais, é jogar com a bola no chão, o campo tem dimensões reduzidas, por isso vamos tentar trabalhar a bola e buscar criar oportunidades de gol", avaliou o meia.

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