Acervo/Estadão
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Roger Milla é o símbolo da sensação Camarões em 1990

Camaroneses empolgam os amantes do futebol agressivo

O Estado de S.Paulo

11 Maio 2018 | 03h00

Camarões encantou com um futebol ofensivo e vistoso e ganhou a simpatia da torcida. Depois de superar a Colômbia de Higuita, Camarões enfrentou a Inglaterra nas quartas, no jogo mais marcante da Copa. Platt abriu o placar para os britânicos, mas os africanos viraram em cinco minutos no segundo tempo. Seria a primeira vez que um time africano chegaria às semifinais. Mas a Inglaterra devolveu a virada, para decepção dos torcedores. Com dois gols de pênalti, ambos de Lineker, a Inglaterra garantiu a classificação.

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O veterano Roger Milla foi uma das sensações do Mundial. O camaronês anotou quatro gols e chamou a atenção com a comemoração, em forma de samba. Não era titular, entrava apenas na etapa final. Um dos lances marcantes foi o gol marcado diante da Colômbia, quando roubou a bola de Higuita, que tentou driblá-lo fora da área. Em uma Copa sem brilho técnico, Milla se tornou um dos raros momentos de talento e ousadia.

Campanha do campeão

Alemanha Ocidental 4 x 1 Iugoslávia

Alemanha Ocidental 5 x 1 Emirados Árabes

Alemanha Ocidental 1 x 1 Colômbia

Alemanha Ocidental 2 x 1 Holanda

Alemanha Ocidental 1 x 0 Checoslováquia

Alemanha Ocidental 1 (4) x (3) 1 Inglaterra

Alemanha Ocidental 1 x 0 Argentina

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