Rubens Chiri|saopaulofc.net
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Rogério Ceni aprova chegada de Thomaz e abre as portas para Everton Ribeiro

Técnico comenta nova contratação para o restante da temporada

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

30 de março de 2017 | 00h54

Após a vitória por 1 a 0 sobre o São Bernardo, na noite desta quarta-feira, no ABC, o técnico Rogério Ceni comemorou a contratação do meia Thomaz e disse ainda que seu time tem espaço para o meia Everton Ribeiro, que está de saída do Al-Ahly, dos Emirados Árabes Unidos. O treinador sabe que a chegada do jogador que ganhou muitos títulos recentemente não é tão simples, pelos valores envolvidos, mas deixou seu recado.

"Nós vínhamos observando alguns jogadores dessa posição. Vi algumas coisas do Thomaz e conseguimos concretizar essa negociação. É um jogador de 30 anos, com estilo de jogo muito parecido com o do Cueva, e em condições financeiras adequadas para o clube. Isso não exclui o Everton Ribeiro, que seria bem-vindo e faria muito bem ao clube. Mas penso na realidade do clube e sei das dificuldades", afirmou.

Ceni prefere não entrar no mérito de quando o São Paulo vai enfrentar o Linense pelo Paulistão. Até se a Federação Paulista de Futebol quiser inverter os mandos, ele não se coloca de forma contrária. Só não quer que o clube tenha uma partida marcada para segunda-feira, pois isso atrapalharia a preparação para os jogos do meio de semana.

"Quem decide essa parte é a diretoria. Já decidimos contra PSTC, ABC e vamos decidir contra o Cruzeiro fora, estamos acostumados. O sistema de jogo é o mesmo, aceito o que for mais conveniente para que se tenha segurança. Temos nossa preferência e só não quero jogar na segunda porque tenho jogo no meio de semana, aí é pouco tempo de preparação."

O treinador elogiou a postura de alguns jogadores, como Wesley, que voltou ao time após ficar muito tempo lesionado, e o volante Araruna, que mais uma vez correspondeu atuando como lateral e ala diante do São Bernardo. Para Ceni, o time poderia até ter feito outros gols se a arbitragem marcasse dois pênaltis claros.

"Se ocorreu o pênalti ou não, é o árbitro quem define. Mas a bola bateu na mão dos jogadores do São Bernardo nos dois lances. Principalmente no segundo, quando o Gilberto cruzou e a bola bateu nos dois braços do defensor. O quarto árbitro poderia ver, estava do meu lado, mas estava anotando num papelzinho. Uns veem pouco e os outros mais", disse.

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