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Rogério Ceni é auxiliar pontual da seleção a partir desta terça

Ex-goleiro se apresenta pela manhã em Manhattan Beach

Almir Leite e Gonçalo Junior, enviados especiais a Los Angeles, O Estado de S. Paulo

31 Maio 2016 | 07h00

O ex-goleiro Rogério Ceni se apresenta à seleção brasileira na manhã desta terça-feira em Manhattan Beach para iniciar sua participação como auxiliar pontual. Ceni vai substituir Juninho Paulista, pentacampeão em 2002 que acompanhou a seleção na primeira semana de treinamentos em Los Angeles para a Copa América e retornará ao Brasil na quarta-feira. “A gente fica na expectativa de como vai poder ajudar. O ambiente de seleção é bacana. Constatei isso aqui. Obviamente tem a questão da mudança dos profissionais, mas eu percebi que o Gilmar e o Dunga têm a questão da meritocracia. Não só entre os jogadores, mas também em toda a equipe”, afirmou Juninho ao site da CBF.

Apesar de ser um dos melhores goleiros de sua geração, Rogério não teve longa carreira na seleção. Foram apenas 17 jogos. Mesmo assim, o goleiro conta com duas conquistas: a Copa das Confederações de 1997 e a Copa do Mundo de 2002, ambas como reserva.

A figura do auxiliar pontual é uma das principais novidades da segunda passagem do técnico Dunga. O formato de atuação é simples. Inicialmente, o auxiliar pontual faz uma palestra. A conversa é estimulada por três perguntas feitas pela comissão técnica. O auxiliar pode acompanhar todas as atividades e conversar com os atletas. No final, prepara um relatório para a comissão técnica. Já executaram a função Mauro Silva, Oscar, Lucio, Clodoaldo, Edmilson, Careca, Mauro Galvão, entre outros.

A experiência tem agradado aos jogadores. “Eles contam a experiência na Copa, como é vestir a camisa da seleção, isso é muito importante”, diz o meia Lucas Lima.

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