Evelson de Freitas/Estadão
Evelson de Freitas/Estadão

Romarinho celebra nova fase e 'liberdade' com Mano

Atacante corintiano vive bom momento no Campeonato Paulista

Vítor Marques, Agência Estado

24 de fevereiro de 2014 | 13h56

SÃO PAULO - Autor de cinco gols pelo Corinthians neste Campeonato Paulista, sendo quatro deles nos últimos três jogos, Romarinho celebrou nesta segunda-feira a nova fase que vive pelo time. E, ao falar sobre o seu atual momento, o atacante creditou o mesmo ao seu novo posicionamento em campo, no qual agora tem menos responsabilidade na marcação e consequentemente mais fôlego para desempenhar as jogadas ofensivas.

"O Mano (Menezes) está me liberando mais e estou mais perto da área e do gol. Procuro ficar sempre ali porque a bola sempre vai sobrar. Eu marco menos, volto algumas vezes, é verdade, mas eu ataco mais", ressaltou o jogador, depois admitindo que no ano passado "estava chegando sem perna no ataque" por causa da função mais efetiva que precisava cumprir na marcação. Romarinho também voltou a ressaltar nesta segunda, como já havia falado em outra ocasião após um jogo do Corinthians neste Paulistão, a importância de sua mãe para a retomada do seu bom futebol com a camisa do time.

O atacante disse que dona Vera, que mora em Palestina, no interior paulista, costuma vir a São Paulo uma vez por mês e costuma dar bronca nele quando comete deslizes fora do campo. "No momento que estava ganhando e estava vem na época da Libertadores e do Mundial (de 2012), eu saia, mas era normal. Quando a fase começou a piorar, eu parei de sair. Mas nada assim exageradamente", garantiu Romarinho, que também evitou entrar em polêmica nesta segunda-feira ao comentar versão apresentada por Guerrero sobre a invasão de torcedores ao CT do Corinthians, ocorrida no último dia 1º de fevereiro.

Após o jogo contra o Rio Claro, no último sábado, o peruano negou que tenha sido "esganado" por torcedores, conforme chegou a dizer o presidente corintiano Mario Gobbi à Rádio Bandeirantes antes da partida contra a Ponte Preta, no dia 2 de fevereiro. "O Guerrero é quem tem que falar o que aconteceu, foi um momento ruim para nós, e só o Guerrero ficou lá fora. Eu fiquei tenso, tentaram invadir, estavam gritando o meu nome, o do Sheik e do Pato. Fiquei nervoso", lembrou.

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