Fábio M. Salles/Estadão
Fábio M. Salles/Estadão

Romário supera desconfiança, cala críticos e é o destaque da Copa de 1994

'Baixinho' forma grande dupla com Bebeto e comanda pragmática seleção no Mundial

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

11 Maio 2018 | 03h00

A Copa do Mundo de 1994 ficou marcada para os 24 times como a Copa do calor, provocado pelas altas temperaturas, mas também foi a Copa da redenção, tanto para o Brasil, que havia caído quatro anos antes para a Argentina no jogo da "água batizada", como principalmente para Romário. Ignorado pela seleção até cerca de um ano antes do Mundial, o atacante comprovou sua genialidade em um Mundial inesquecível.

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O “Baixinho” deu o toque de talento em uma equipe tão pragmática. Ainda, eternizou a dupla com Bebeto em uma seleção que, ao menos numericamente, não jogava com um camisa 9 - na inscrição, ela ficou para o meia Zinho. Dentro de campo, no entanto, ele já era o nome mais temido daquela seleção.

O camisa 11 da seleção Fez cinco gols: um em cada jogo da primeira fase, contra Rússia (2 a 0), Camarões (3 a 0) e Suécia (1 a 1), um nas quartas de final, diante da Holanda (3 a 2), e outro nas semifinais, na vitória de 1 a 0 sobre a Suécia, de cabeça. Passou em branco na decisão, contra a Itália, mas converteu seu pênalti na disputa final e saiu consagrado como um dos grandes craques da história dos Mundiais.

CAMPANHA DO CAMPEÃO

Brasil 2 x 0 Rússia

Brasil 3 x 1 Camarões

Suécia 1 x 1 Brasil

Brasil 1 x 0 Estados Unidos

Holanda 2 x 3 Brasil

Suécia 0 x 1 Brasil

Brasil 0 (3)  x (2) 0 Itália

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