Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Romero quebra o silêncio, elogia a Ponte e promete nova 'selfie' em comemoração

Paraguaio volta a dar entrevista, após quase um ano sem dar entrevista

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

18 Janeiro 2018 | 11h00

Titular absoluto em 2017, Romero foi o único jogador do elenco do Corinthians que não deu entrevistas no ano passado. O paraguaio estava chateado com as críticas e resolveu demonstrar seu incomodo com o silêncio. Neste ano, tudo mudou e o atacante falou logo na primeira partida da temporada. Ele elogiou a atuação da Ponte Preta e prometeu evolução do time nos próximos jogos.

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“Eu vou falar no momento indicado. Quanto ao jogo, foi um jogo difícil para gente. É complicado e sabíamos que ia ser assim, porque a gente não está 100%. Estamos tentando chegar ao melhor fiisicamente e tentando fazer tudo pra jogar bem, mas é o início e temos que melhorar bastante ainda. Parabéns para a Ponte, que jogou bem e mereceu a vitória. Com dez homens, eles fecharam a casinha, como se fala, e conseguiram o resultado”, analisou o paraguaio.

Demonstrando bom humor, ele comentou sobre a selfie, um autoretrato, que ele tirou durante o clássico com o Palmeiras, e prometeu uma nova comemoração. “Vamos ver. Tem que ser em jogo especial, como foi contra o Palmeiras. Vamos tentar fazer outra coisa também”, disse.

Apesar dos reforços chegando, pouca gente projeta o Corinthians com Romero na reserva. Entretando, o atacante mostra humildade e diz não se considerar titular absoluto. “Tento fazer o meu trabalho. Fazer o meu melhor em cada jogo e treino. E quem decide quem joga é o Carille. Ano passado eu fui, em grande parte do ano, titular e agradeço a confiança dele, mas esse ano é diferente. Todo mundo quer jogar e quem estiver melhor, vai jogar”, comentou.

Além de jogar pelas pontas, Romero também já atuou como centroavante, em 2016, sob o comando de Tite, e também em 2014, com Mano Menezes como treinador. Entretanto, ele não se empolga com a possibilidade de voltar a atuar como referência no ataque.

“Já joguei como centroavante, mas o Carille me vê mais como ponta. Vou disputar posição com Clayson, Marquinhos Gabriel, Lucca... Vou fazer meu trabalho e tomara que seja como ano passado”, projetou.

 

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