Ronaldinho exalta 'fenômeno' Neymar e o vê como melhor do mundo em alguns anos

Sem clube e na reta final de sua carreira, Ronaldinho vive momento bem diferente de dez anos atrás, quando desfilava pelos gramados da Europa em seu auge com a camisa do Barcelona e chegou a ser escolhido o melhor do mundo por duas vezes (2004 e 2005). Hoje, é outro brasileiro que brilha com a camisa do clube catalão. Sobre Neymar, Ronaldinho não poupa elogios e acredita que o atacante também pode repetir seus feitos, inclusive conquistando a Bola de Ouro da Fifa.

Estadão Conteúdo

11 de novembro de 2015 | 13h33

"Neymar é um fenômeno, o melhor jogador brasileiro em atualidade. É uma alegria vê-lo dando sequência a tudo que a gente fez antes dele. É lindo ver um brasileiro a mais fazendo história", disse em entrevista ao site do Barcelona. "Acho que ele pode (ser o melhor do mundo), espero que conquiste. É um grande jogador, um grande amigo e espero tudo de bom para ele."

Neymar é mais um craque na história do Barcelona, que ainda tem como principal símbolo Lionel Messi. Há dez anos, no entanto, o argentino ainda engatinhava no time catalão, liderado justamente por um Ronaldinho em grande fase. Foi o brasileiro, aliás, quem deu assistência para o primeiro dos muitos gols do então garoto pelo clube. E esta lembrança, ele não esquece.

"É lindo ver como ele cresce a cada ano, com mais experiência, mais maturidade. O que mais me recordo é de seu primeiro gol, jogando ao meu lado. O passe fui eu que dei, então é sempre o que eu lembro dos nossos momentos jogando juntos. Este foi especial porque dali começou sua carreira profissional, então ter a oportunidade de fazer parte de sua história é algo que levo com muito carinho", comentou Ronaldinho.

A ligação do brasileiro com o atual time do Barcelona vai além e chega até ao banco de reservas. Ronaldinho também foi companheiro do atual técnico do clube, Luis Enrique, quando ainda vestia a camisa 21 catalã. E o craque também guarda boas lembranças do ex-colega espanhol, inclusive de sua despedida do futebol, em maio de 2004.

"Não jogamos muito tempo juntos, mas tive essa felicidade de jogar com ele em sua última partida. E fiz um gol. Me lembro que foi de pênalti, queria que ele cobrasse por ser sua última partida, e ele não quis. Mas tive a felicidade de jogar com ele. Fez história como jogador, e como treinador vai ser um dos melhores do mundo", garantiu o brasileiro.

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